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Tráfico ilegal de madeira continua a crescer na Guiné-Bissau

As denúncias de abate de árvores de grande porte e do tráfico de madeira nobre na Guiné-Bissau têm meses, mas não produziram resultados.
 
Já este ano, a RDP-África foi um dos órgãos de comunicação social que deu voz às acusações de ativistas locais. Agora, teve acesso a novas provas e a um grito de desespero que circula na internet. O manifesto 'Parem imediatamente o tráfico ilegal de madeira na Guiné-Bissau!' exige uma tomada de posição imediata pelo Governo agora eleito, nomeadamente a suspensão das licenças existentes para o abate de árvores.
 
Recentemente, o embaixador chinês em Bissau afirmou: "dizer que esse comércio de madeira está ligado só com a China, é um engano. O diplomata reagia a relatos de residentes em aldeias guineenses e às queixas de instituições ambientais.